A previdência privada é um tipo de investimento que, em alguns casos, vale a pena. É uma forma de você se preparar para o futuro, principalmente agora com a reforma da previdência, ter uma renda complementar fará muito bem e vai trazer um grande alívio.

Mas para fazer um bom negócio é preciso ter informação de qualidade. E, por isso mesmo, vou listar aqui as 5 principais dicas sobre previdência privada que você precisa saber antes de investir. Confira!

Previdência privada: 5 dicas para antes de contratar

1. PGBL ou VGBL?

Isso é de comer? Calma! Na verdade, esses são os dois tipos de previdência privada que você poderá escolher para investir e vou falar sobre cada um deles.

O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é mais indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda (IR), pois é possível deduzir 12% da renda bruta anual no momento da declaração. É importante também saber que o IR vai incidir sobre a renda auferida nesse investimento. 

Já o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é mais indicado para aqueles que fazem a declaração na forma simplificada do IR. Aqui não há dedução fiscal, porém, no momento do resgate, o imposto incide somente sobre os rendimentos. 

2. Tabela progressiva ou tabela regressiva?

A tabela regressiva funciona da seguinte forma, quanto mais tempo você fica com o seu dinheiro investido, menor será a alíquota a ser paga. A menor alíquota da tabela regressiva é de 10%. Lembrando que esses 10% incide apenas sobre os rendimentos e não sobre o montante no caso de escolher o VGBL.

Já a tabela progressiva vai de acordo com o valor investido e segue a tabela da declaração do imposto de renda. Na tabela progressiva, no caso de resgate, será cobrado IR antecipado na fonte com alíquota fixa de 15%. A diferença (maior ou menor) será ajustada na declaração anual do ano seguinte.

3. Rentabilidade

No fim das contas, estamos falando de investimento e, é claro que, quanto maior a rentabilidade, melhor. Portanto, façam uma boa pesquisa antes de investir e vejam se o rendimento é maior, por exemplo, que no Tesouro IPCA, um dos fundos do Tesouro Direto indicado para investimentos de longo prazo como é o caso da previdência. 

E fique muito atento. O fato de o fundo de investimento atrelado à previdência privada ter oferecido bons rendimentos isso não significa que será sempre assim. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

4. Taxa de administração

Muitas empresas e instituições financeiras cobram a taxa de administração que é a taxa cobrada para que os responsáveis por esse investimento possam cuidar do seu investimento. Por exemplo, uma taxa de administração acima de 1% já é algo para se chamar atenção e ligar aquela luz vermelha na nossa mente. Não que você não deva investir nessa previdência privada, mas não custa nada buscar outras opções que podem ser mais vantajosas.

5. Taxa de carregamento

Hoje em dia, muitas instituições não estão cobrando mais a taxa de carregamento ou estão reduzindo-a consideravelmente. Na prática, é mais ou menos o seguinte: se você investe todos os meses R$ 100 e a taxa de carregamento é de 5%, isso significa que, na realidade, você está investindo R$ 95.

Assim, se você está pensando em investir em uma previdência privada é bom levar em conta esses 5 pontos que listei aqui antes.

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Bons investimentos.