Muitos estudiosos não enxergam um bom futuro para a previdência oferecida pelo governo, aquela que pagamos todos os  para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Por isso, muitas pessoas vêm procurando informações e contratando a previdência privada.

Esse tipo de previdência é um produto vendido pelas instituições financeiras e qualquer pessoa pode ter. Por exemplo, ela pode ser uma excelente opção para o profissional autônomo ou mesmo para quem é concursado já que, depois da aposentadoria, fica apenas o salário fixo, sem os adicionais que aumentam significativamente a remuneração.

Porém, é preciso muito cuidado antes de contratar uma previdência privada. Como o papel dos bancos é vender o produto, é melhor ficar de olho!

Por isso, resolvi listar aqui os 3 piores erros que alguém pode cometer no momento de contratar uma previdência privada. Abra bem os olhos e preste atenção no que vamos falar a partir de agora!

Erro nº 1: não saber o que VGBL ou PGBL

No momento de contratar uma previdência privada, o atendente provavelmente passará essas duas opções de previdência: a PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e a VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Agora, vou explicar o que significa cada uma.

A diferença entre esses dois tipos é bem simples e fácil de entender. A tributação sobre o PGBL ocorre sobre o montante, enquanto que, no VGBL, ela ocorre apenas sobre o rendimento.

E qual escolher? Bom, escolhendo o PGBL você pode deduzi-lo do seu IR (Imposto de Renda) em até 12% da sua renda. Assim, quem usa o modelo completo da declaração, é melhor escolher o PGBL.

Erro nº 2: não conhecer a tabela do IR

Você prefere a tabela progressiva ou regressiva do IR? O seu gerente te fará essa pergunta e o melhor é que você já saiba como tomar essa decisão. E isso só é possível com boa informação.

A tabela regressiva é uma ótima opção para quem decide deixar o dinheiro investido por mais tempo no banco (pelo menos 10 anos). Isso porque a alíquota do IR vai ficando menor com o passar dos anos. A alíquota mínima é de 10%.

Já a tabela progressiva, a sua alíquota terá como base a sua renda mensal. Por exemplo, caso uma pessoa se arrependa de fazer a previdência privada e queira retirar o dinheiro antes de 2 anos completos, o IR incidirá sobre todo o valor. Isso, é claro, se ela tiver escolhido o PGBL.

Erro nº 3: não conhecer as taxas cobradas

Aqui há cobrança de taxa de administração, taxa de carregamento e, em alguns casos, as instituições financeiras ainda impõem a taxa de saída (taxa cobrada quando ocorre um saque ou portabilidade do dinheiro investido na previdência privada antes de um período determinado que, normalmente, vem no contrato).

Esse período, normalmente, é de menos de 24 meses. Porém, esse tempo varia de um plano para o outro.

Muitas pessoas têm a ideia de que a previdência privada é algo ruim, porém, isso não é verdade. Existem excelentes opções para você contratar e ter uma vida mais tranquila no futuro.

Quer aprender um pouco mais sobre PGBL, VGBL, tabela regressiva e progressiva? Então, assista ao vídeo!