Em 2018, o número de inadimplentes no Brasil teve o novo recorde: a quantidade de pessoas endividadas no nosso país somam mais de 60 milhões! Isso representa cerca de 40% de toda a população. E se você faz parte dessa estatística, saiba que estou aqui para ajudá-lo a, não só sair das dívidas, como também a se tornar um investidor.

Vou traçar aqui com vocês um plano de ação para que você possa colocá-lo em prática hoje mesmo e parar de se desesperar por causa das dívidas.

Então vamos às dicas!

1. Conheça todas as suas dívidas

Você não tem como resolver um problema se não o conhece muito bem, afinal de contas, uma das melhores estratégias para se ganhar uma batalha é conhecer o inimigo.

Pois bem, liste em um papel ou em meio eletrônico — isso vai de acordo com a sua preferência — o valor da dívida, nome do credor, tipo de dívida (se de cheque especial, se de cartão de crédito, entre outros), quantas parcelas faltam para quitar a sua dívida, qual é o valor atual da dívida (essa parte é muito importante, pois a dívida vai crescendo por causa dos juros), o juros e, por fim, o CET (Custo Efetivo Total).

2. Organize as finanças

Você precisa entender muito bem o seu orçamento, saber quanto você gasta por mês e em que. Tenha bem claro o quanto você ganha por mês — se for uma renda variável faça uma média dos últimos 12 meses — e quanto você gasta com as contas fixas e variáveis.

Esse conhecimento é muito importante. Afinal de contas, você não tem como se organizar para pagar a sua dívida se não sabe quanto pode dispor por mês para fazer isso. Honrar com a renegociação feita é de extrema importância para garantir a sua credibilidade entre as instituições financeiras.

3. Entenda quais dívidas são prioridades

Agora que você já tem em mãos uma lista com todas as suas dívidas, precisa colocá-las em ordem de prioridade.

Existem algumas dívidas que precisam ser pagas com mais urgência, pois representam necessidades básicas como a conta do mercado, água, energia elétrica, aluguel, entre outros do tipo.

Outras dívidas que devem estar no topo, logo depois das essenciais, são os financiamentos. Por exemplo, se você tem um carro financiado e está com a parcela atrasada, é interessante que essa dívida seja quitada o quanto antes já que você corre o risco de perder o seu bem.

Depois, veja quais são as dívidas que possuem o maior CET, ou seja, as dívidas que possuem a maior taxa de juros mais os encargos. Liste-as em ordem decrescente e siga essa ordem. Quanto mais você demora para fazer o pagamento, mais essas dívidas crescem. Quer um exemplo? O cheque especial, que possui juros muito elevados.

4. Negocie

Por exemplo, digamos que você tenha conseguido um empréstimo, mas as parcelas tenham ficado muito elevadas para pagar. Você pode voltar à instituição financeira pela qual fez a transação e pedir para renegociar a dívida.

Outra boa opção é pedir um empréstimo que tenha juros menor para pagar uma dívida de juros maior. Essa é uma boa troca e o ajudará a sair das dívidas o quanto antes e passar a usar o seu dinheiro para investir e construir um patrimônio.

Quer sair das dívidas de uma vez por todas!? Então, matricule-se agora mesmo no meu curso Dívidas Nunca Mais!