Investir hoje para ter uma vida tranquila no futuro. Esse é o pensamento de muitos brasileiros, mas com tantas mudanças na Previdência Social não podemos contar apenas com esse recurso para o futuro. Portanto, investir no Tesouro Direto pode ser uma excelente solução e você não precisa ter muito dinheiro para isso.

Mas, por que investir no Tesouro Direto? A resposta para isso é bem simples: o seu dinheiro consegue render mais que a sua poupança. Aqui, os juros compostos correm a seu favor. Além dessa vantagem, há também o fato de ser um investimento de baixo risco já que é coberto pelo Tesouro Nacional.

E por onde começar? Como posso iniciar os meus investimentos? É exatamente sobre isso que falarei agora!

Como começar a investir no Tesouro Direto

1º passo: cadastro

Inicialmente, será necessário, além de ter um CPF ativo, ter também uma conta corrente em um banco.  Com isso em mãos, será necessário encontrar um agente de custódia.

O que é um agente de custódia?

Os agentes de custódia são as pessoas jurídicas responsáveis por intermediar as suas transações com o Tesouro Direito. Nesse caso, há duas pessoas que podem fazer esse papel: os bancos e as corretoras. Na hora de escolher, é melhor dar preferência às corretoras, já que os bancos possuem uma taxa de administração bastante salgada.

Há diversas corretoras que não cobram nenhum tipo de taxa de administração. Se você quiser saber as taxas de cada instituição, basta acessar a tabela disponível no site do Tesouro Direto.

Outro ponto a se considerar na hora de escolher o seu agente de custódia é se ele é integrado ou não ao Tesouro Direto. Caso a resposta seja positiva, isso significa que toda a movimentação de compra, venda e outras ações em títulos públicos podem ser feitas diretamente pelo site da instituição financeira.

Há outras taxas?

Sim. Além da taxa de administração que algumas instituições podem ou não cobrar, há também a taxa da B3 (antiga BM&F Bovespa) para manter o seu título público seguro no sistema. Essa taxa costuma ser um valor pequeno de cerca de 0,3% a.a. sobre o valor de cada título que foi comprado por você.

2º passo: abrir conta

O próximo passo é abrir uma conta com o seu nome no Tesouro Direto e isso pode ser feito por meio do site da corretora escolhida. O próprio agente solicitará para o tesouro a abertura da conta.

Todos os títulos sempre ficarão no seu nome, ou seja, sob o seu CPF. Portanto, é totalmente possível trocar de agente de custódia a qualquer momento sem sofrer perdas.  Isso porque os seus títulos ficam guardados na B3 e é para isso que você paga aquela taxa de 0,3% ao ano. Lembrando que essa taxa será cobrada independentemente da instituição escolhida, ou seja, banco ou corretora.

Esses são os primeiros passos para aqueles que querem começar a entender um pouco mais sobre o Tesouro Direito e que desejam ver o dinheiro render cada vez mais.

Quer continuar aprendendo? Então comece a conhecer um pouco sobre o Tesouro Selic e veja se esse é o título público ideal para você!